quarta-feira, 18 de novembro de 2009
domingo, 15 de novembro de 2009
Voos regulares em outubro têm 13,8% de atrasos segundo ANAC

Entre as cinco maiores empresas aéreas brasileiras, que detêm 97,7% do tráfego doméstico de passageiros, a Azul foi a única que reduziu seu índice de atrasos em outubro: apenas 6,9% de seus voos saíram com mais de 30 minutos de atrasos, contra 8,5% em setembro. A OceanAir, que em setembro registrara 6,1% de atrasos, em outubro teve o índice elevado para 9,5%; a Gol/Varig também passou de 9,5% para 11,7%; e a Webjet de 8,4% para 12,6%. O maior aumento foi o da TAM, que saltou de 9,5% em setembro para 14,7% em outubro.
Entre as principais companhias brasileiras que realizam rotas regionais, o menor índice de atrasos em outubro foi da Pantanal (11,6%), seguida pela Passaredo (16,0%). A Trip/Total teve um aumento de 16,1% em setembro para 22,3% em outubro. Juntas, Trip/Total, Passaredo e Pantanal transportam cerca de 2,2% dos passageiros em voos domésticos.
Entre as companhias estrangeiras que realizam mais de 70 voos por mês partindo do Brasil, os menores atrasos foram da Lan Chile (6,8%), Copa Airlines (7,6%) e Continental Airlines (7,7%). Com quantidade semelhante de voos, as empresas menos pontuais em outubro foram a Aerolíneas Argentinas (36,2%), Lan Express (35,5%), Iberia (33,3%) e TAM Mercosur (31,5%). Considerando as estrangeiras com mais de 30 e menos de 70 voos com origem no Brasil, a Lan Peru teve o melhor desempenho, com apenas 2,2% de atrasos, seguida pela Taca Peru (3,0%), KLM (3,1%) e Emirates (6,5%). Por outro lado, com praticamente o mesmo número de voos, os atrasos foram maiores na TAAG Angola Airlines (87,1%), Aerosur (28,2%) e na Aeromexico (22,6%).
Com poucas partidas do Brasil – menos de 30 voos por mês – os atrasos foram menores na Mexicana (4,2%), Korean Air (6,3%) e Japan Airlines (6,7%), enquanto as decolagens menos pontuais foram da Iberworld (75%), Livingston (70%), El Al (46,2%), Air Italy (45,8%) e Condor Flugdienst GMBH (40,0%). A TACV não registrou nenhum atraso acima de 30 minutos, porém cancelou um terço de seus voos programados para outubro no Brasil.
Fonte: ANAC
sábado, 14 de novembro de 2009
domingo, 8 de novembro de 2009
Infraero investe em compra de Pó Químico e LGE para o melhor combate ao incêndio nos aeroportos brasileiros

A Infraero abriu processo de licitação para compra de 46,7 mil quilos de pó químico e 111,1 mil quilos litros de Líquido Gerador de Espuma – LGE que serão utilizados no abastecimento de 253 veículos de combate a incêndio em aeroportos. O prazo de entrega é de 30 dias, após a emissão da ordem de fornecimento.
O material, cujo valor está estimado em R$1,6 milhão, será distribuído em vários aeroportos da rede Infraero e servirá para complementar os estoques de reserva técnica e ainda substituir produtos cuja validade está próxima do vencimento. A durabilidade do pó químico é de cinco anos. No caso do LGE, o prazo de validade varia de 15 a 20 anos. A definição das quantidades mínimas de reserva desses produtos é estabelecida de acordo com a categoria do aeroporto por meio de legislação específica e fiscalização da ANAC.
Segundo informações do Coordenador de Habilitação Técnica e Salvamento, Fernando Menezes, que é bombeiro e empregado da Infraero, em casos de incêndios em aeronaves é necessária a aplicação desses dois agentes extintores para debelar as chamas nos diversos materiais combustíveis envolvidos neste tipo de ocorrência.
Assessoria de Imprensa Infraero
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